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Advogado tem que ser 
“bom de briga”?

“Advogado tem que ser bom de briga”. Você já ouviu essa afirmação? 

Pois eu já! Ouvi, inclusive de uma amiga, que eu não parecia ser advogada, porque detesto brigas. Paralisei por alguns segundos até conseguir entender. Para mim, sempre foi muito claro que para resolver determinada demanda, problema, conflito não é necessário uma briga. Você concorda? 

Respirei, olhei para ela e disse: “Você já ouviu falar em meios adequados (mais técnico) ou alternativos de solução de conflitos?” “Já leu algo sobre conciliação e mediação?” “Você já fez terapia alguma vez?” rsrsrs 

Claro que ela nunca tinha ouvido sobre o tema. Até perdoo porque ela não é da área jurídica, mas... 

O que quero trazer para reflexão nesse texto é sobre a percepção que temos de algumas situações. Concordo que os advogados têm essa “fama” há longos anos, mas será que isso deve permanecer? Será que, enquanto operadores do Direito, não podemos buscar inovações, formas alternativas, não combativas, conciliadoras de resolver as demandas de nossos clientes?
 
Acredito com convicção que sim! Devemos nos desarmar do espírito da contenciosidade. Claro que em determinados casos, não temos como fugir, mas podemos evitar em grande parte. 

Um casal que está em processo de divórcio (conflito nível “master”), uma difícil negociação de um contrato, verbas trabalhistas que precisam ser negociadas com a intenção de dar celeridade a uma ação judicial...será que é realmente brigando que tudo isso será solucionado da melhor forma?
 
Sei que fiz inúmeros questionamentos aqui, mas essa é minha intenção nesse momento. Fazer com que possamos iniciar uma mudança de comportamento, em especial nas novas gerações de advogados. 
QUEBRA DE PARADIGMAS. 
 
Com o advento do Código de Processo Civil de 2015, as alternativas amigáveis e pacíficas de solução de conflitos vêm ganhando destaque no cenário jurídico. A conciliação, a mediação, a arbitragem, as negociações e as constelações sistêmicas são meios em que se busca o CONSENSO entre as partes que se encontram em determinado conflito, evitando, dessa forma, iniciar uma longa ação judicial.

Claro que cada um desses métodos tem suas peculiaridades e aplicações específicas. Se você quer que eu aborde algum deles aqui no Blog, entre em contato pelas redes sociais e mencione qual deles você tem interesse 
em saber mais. 

Fica aqui meu pedido: vamos (advogados, partes e demais interessados) avançar para um nível maior de consciência e reflexão acerca do nosso 
papel na sociedade? 

Beijosssss

Jullyana Costa

Conteúdos sobre temas jurídicos e dicas de estudo:
Instagram: @jullyanacostaadv
Youtube: https://bit.ly/2LQHKtZ

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